segunda-feira, abril 28, 2014

A minha relação com a cozinha

Já vos tinha dito que gosto muito de cozinha? Mais ainda de pastelaria. Desde cedo convivi sempre de perto com esta ala da casa. A minha mãe sempre esteve ligada à cozinha. Para além ter tido um restaurante, sempre teve um gosto particular em cozinhar. Sempre vi a minha mãe a preparar as festas em casa, não só as nossas como as das amigas. Sempre que havia um aniversário no núcleo dos nossos amigos era a minha mãe que fazia o bolo. Sempre decorado a preceito. E lembro-me que não havia a moda de agora dos bolos decorados. Existem várias fotos a provarem este facto.
 
Quando frequentava o 3º ano, a minha mãe colocou-me, pode-se dizer em modo ocupação dos tempos livres, em casa de uma de uma senhora para aprender a bordar, a D. Vitória, o Tóia, como também era conhecida. Não era só eu, eramos um grupo de quatro a seis meninas. Na altura devia ser prática comum, não sei. E foi aí que comecei a bordar, aprendi o ponto pé de flor, ponto cruz e outros mais de qual não me lembro dos nomes. e Lembro-me que no final do ano, quando acabou a escola, a D. Vitória resolveu ensinar a fazer um bolo de chocolate. Ainda me lembro que adorei a ideia. Fizemos o bolo e no final, comemos o bolo, como é óbvio. A partir daí comecei a fazer este bolo sempre que queira mostrar os meus dotes. O Bolo de Chocolate da Tóia. E acreditam que não sei bordar! Cómico, não?
 
Acho que aqui foi o início de tudo. Depois foi só o convívio com a minha mãe, com a minha madrinha, tias e primas, para conseguir alimentar o gosto que tenho pela cozinha. Todas gostamos de cozinhar quer sejam doces, ou salgados. Se bem que devo confessar: EU SOU MAIS DOCES!
 
 

quinta-feira, abril 10, 2014

Sei lá...

    Ontem fui ver o filme. "Sei lá"... É um bom nome. Um "Sex and the City" à portuguesa. Ainda me ri um bom bocado. Lembro-me do primeiro livro que li da Margarida Rebelo Pinto." Não há coincidências". Na altura devorei o livro. Entretanto li "Português Suave", também não deixa de ser um bom argumento para um filme, mas um bocado "mais do mesmo". É o género da autora! Uma escrita fácil, fluída que transparece uma realidade com a qual nos identificamos.
    Embora o filme seja menos pormenorizado, como acontece na maioria dos filmes que se baseiam em qualquer livro, não deixa de resumir bem a história. Talvez porque seja um pouco o retrato da realidade de muitas mulheres.  É muito fácil uma mulher na faixa entre os trinta e os quarenta anos rever-se em qualquer uma algumas das cenas. O que é bom. "Afinal não sou só eu que penso assim.." É logo o que me vem à cabeça.  
    De realçar o desempenho da Ana Rita Clara. Fantástico!! A surpresa do filme. A personagem ajudava, mas mesmo assim, ela reforçou.
 
    Como dizia o Lauro Dérmio " Let´s look at the trailer". aqui